Food Insight Portuguese

Your Nutrition and Food Safety Resource

  • Sobre Nós
  • Tópicos
    • Biotecnologia de Alimentos
    • Dieta e Saúde
    • Ingredientes e Nutrientes
    • Produção e Fabricação de Alimentos
    • Questões Internacionais
    • Rotulagem de Alimentos
    • Saúde e Bem Estar
    • Segurança de Alimentos
    • Sustentabilidade
  • Notícias
  • Inglês

FRUTA DE MONGE

Publicado porFoodInsight | 01.09.19

Não há dúvidas: os americanos adoram comer. Desfrutar de uma boa comida em boa companhia é um dos grandes prazeres da vida. E, no entanto, indulgências frequentes podem ter um impacto prejudicial em condições como obesidade e diabetes tipo 2, que afetam substancialmente indivíduos, comunidades e todo o nosso sistema de saúde. Substituir alimentos e bebidas ricos em calorias e açúcares adicionados por aqueles que são mais baixos em açúcar é uma opção para ajudar a reduzir a ingestão das calorias em excesso. Por sua vez, isso pode ajudar a reduzir o risco de obesidade e doenças crônicas relacionadas. Um grupo de adoçantes de baixa caloria, os adoçantes de fruta do monge, são usados ​​em alimentos e bebidas como uma forma de reduzir a ingestão de açúcares ao mesmo tempo que oferecem satisfação ao desfrutar de algo doce. Este fact sheet examinará muitos tópicos de interesse em torno dos adoçantes de fruta do monge  e a saúde para que você possa tomar decisões informadas sobre como usá-los em sua dieta.

O QUE SÃO OS ADOÇANTES DE FRUTA od DO MONGE?

Fruta-monge, também conhecida como lo han guo ou fruta Swingle (Siraitia grosvenorii), é uma pequena fruta redonda nativa do sul da China. Ela tem sido usada há séculos na medicina oriental como uma ajuda para resfriados e problemas digestivos, e agora também está sendo usada para adoçar alimentos e bebidas. Os adoçantes de fruta do monge são produzidos removendo as sementes e a casca da fruta, esmagando a fruta e coletando o suco. O extrato da fruta, ou o suco, contém zero calorias por porção. Os adoçantes de fruta do monge são permitidos para uso em alimentos e bebidas pela Food and Drug Administration (FDA) dos EUA. Os compostos que dão doçura à fruta do monge madura são chamados mogrosídeos, que consistem em uma estrutura com uma coluna principal chamada mogrol com unidades de glicose ou glicosídeos ligados a ela. O que mais se sabe sobre o metabolismo do mogrosídeo vem de estudos realizados em animais, que se acredita ser o mesmo ou similar ao metabolismo do mogrosídeo em humanos. Os mogrosídeos não são absorvidos no trato gastrointestinal superior e não contribuem com caloria para nossa dieta. Quando chegam ao cólon, os micróbios do intestino separam as moléculas de glicose e as utilizam como fonte de energia. O mogrol e alguns metabólitos são então, excretados principalmente pelo trato gastrointestinal, enquanto quantidades menores são absorvidas na corrente sanguínea e excretadas pela urina (Zhou 2018, Xu 2015, Murata 2010).

Os adoçantes de fruta do monge são 150 a 200 vezes mais doces que o açúcar e contribuem com doçura para alimentos e bebidas sem acrescentar calorias. Eles são encontrados em marcas de produtos como Nectresse®, PureLo®, Purefruit®, Fruit-Sweetness® e Monk Fruit in the Raw®, bem como, em outros produtos de varejo comercializados sob marcas próprias. Os adoçantes de frutas monge são usados ​​em bebidas e alimentos como refrigerantes, sucos, produtos lácteos, sobremesas, doces e condimentos. Os adoçantes de fruta do monge são estáveis ​​em altas temperaturas, por essa razão podem ser usados ​​em produtos assados. No entanto, um alimento contendo adoçantes de frutas monge pode ser ligeiramente diferente em aparência, textura e sabor quando comparado ao alimento equivalente feito com açúcar, pois o açúcar contribui para a estrutura e textura dos alimentos. Como todos os adoçantes com baixa e sem calorias, apenas pequenas quantidades de adoçantes de frutas são necessárias para alcançar a doçura do açúcar. Para facilitar a pesagem e a manipulação, eles geralmente são misturados com ingredientes comuns aprovados. É por isso que um sachê de adoçante de fruta do monge parece igual em quantidade a um sachê de açúcar de mesa, por exemplo.

OS ADOÇANTES DE FRUTA DE MONGE SÃO SEGUROS PARA O CONSUMO?

SIM. Os adoçantes de fruta do monge são permitidos como geralmente reconhecidos como seguros (GRAS) pela FDA desde 2010, uma categoria que requer o consenso de especialistas sobre um ingrediente alimentar ser seguro para o uso pretendido. Governos da Austrália e Nova Zelândia, China, Japão e Canadá (onde são aprovados somente como adoçantes de mesa; não são aprovados para uso em alimentos e bebidas) também concluíram que os adoçantes de fruta do monge são seguros para a população em geral, incluindo crianças, pessoas com diabetes e mulheres grávidas ou em fase de amamentação. Uma ingestão diária aceitável (IDA) não foi estabelecida para os adoçantes de fruta do monge porque os efeitos adversos não foram demonstrados, mesmo depois de altas quantidades de adoçantes de fruta do monge terem sido oferecidas em estudos com animais. A IDA normalmente representa uma quantidade 100 vezes menor que a quantidade de uma substância considerada segura em estudos de pesquisa.

OS ADOÇANTES DE FRUTA DE MONGE SÃO SEGUROS PARA CRIANÇAS?

SIM. Alimentos que contêm adoçantes de fruta do monge podem adicionar doçura à dieta de uma criança sem contribuir para o aumento da ingestão de calorias, de açúcar ou risco de cáries. Embora nenhuma pesquisa tenha sido publicada sobre a ingestão de adoçantes de fruta do monge em crianças, nenhum efeito negativo na saúde foi demonstrado em modelos animais ou com adultos. Tal como acontece com os adultos, a ingestão atual de adoçantes de baixa caloria por crianças é considerada bem dentro dos níveis aceitáveis. Devido à limitação dos estudos em crianças, a Academia Americana de Pediatria não tem recomendações oficiais sobre a ingestão de adoçantes de baixa caloria.

GESTANTES E MULHERES EM FASE DE AMAMENTAÇÃO PODEM CONSUMIR ADOÇANTES DE FRUTA DO MONGE?

SIM. Embora nenhuma pesquisa publicada tenha examinado possíveis efeitos dos adoçantes de fruta do monge em mulheres grávidas e lactantes, vários estudos em animais não demonstraram efeitos adversos reprodutivos na mãe ou no desenvolvimento de seus filhos, mesmo quando os animais foram expostos a níveis muito altos de mogrosídeos diariamente por longos períodos de tempo (Yang 2015, FSANZ 2018). Todas as mulheres devem tentar consumir os nutrientes e as calorias necessárias para o crescimento do bebê durante a gravidez e amamentação, tomando cuidado para não exceder suas necessidades. Isso pode incluir ter em mente e considerar todas as fontes de dulçor, sejam elas do açúcar ou dos adoçantes de baixa caloria.

PESSOAS COM DIABETES PODEM CONSUMIR ADOÇANTES DE FRUTAS DE MONGE?

SIM. Os produtos que contêm adoçantes de fruta do monge proporcionam um sabor adocicado e costumam ser reduzidos ou baixos em carboidratos, o que é importante para as pessoas que precisam monitorar a ingestão de carboidratos. Os adoçantes de fruta do monge não aumentam os níveis de açúcar no sangue. As 2018 American Diabetes Association Standards of Medical Care in Diabetes afirmam que: “O uso dos adoçantes não nutritivos pode reduzir o consumo total de calorias e de carboidratos se substituírem os adoçantes calóricos e sem compensação pela ingestão de calorias adicionais de outras fontes alimentares. Os adoçantes não nutritivos são definidos como geralmente seguros para uso dentro dos níveis de ingestão diária aceitáveis.” No entanto, pessoas com diabetes devem conversar com um nutricionista, um profissional de saúde ou com um educador certificado em diabetes para aconselhamento sobre alimentação saudável para melhorar o controle do açúcar no sangue. 

O QUE É IDA?

A ingestão diária aceitável, ou IDA, é a ingestão diária média ao longo da vida que se espera seja segura com base em pesquisas importantes (WHO 2009). Geralmente é derivada pela determinação do maior nível de ingestão encontrado para não ter efeitos adversos em estudos ao longo da vida em modelos animais. Estes estudos são exigidos pela FDA e por outras agências reguladoras em todo o mundo antes de se permitir qualquer novo ingrediente alimentar. Essa quantidade é então dividida por um fator de segurança (geralmente 100) para determinar a IDA (Renwick 1991). A IDA é um número conservador que a grande maioria das pessoas não alcançará.

O QUE É GRAS?

Os ingredientes alimentícios permitidos para uso nos EUA se enquadram em uma de duas categorias: aditivos alimentares (que requerem revisão antes da aprovação pela FDA) ou ingredientes geralmente reconhecidos como seguros (GRAS). Seja GRAS ou aditivo alimentar, os ingredientes alimentícios devem ser seguros e devem atender aos mesmos altos padrões de segurança de alimentos. Para ser considerado GRAS, um ingrediente deve atender a uma das duas condições a seguir: 1) Um histórico de uso seguro tenha sido estabelecido e um número significativo de pessoas tenha consumido o ingrediente antes da promulgação da Lei de Alimentos, Drogas e Cosméticos de 1958; ou 2) Dados científicos e informações sobre a segurança e uso do ingrediente sejam amplamente conhecidos e publicamente disponíveis em artigos científicos, documentos de posicionamento, etc., com consenso entre especialistas científicos de que o ingrediente é seguro para o uso pretendido.

OS ADOÇANTES DE FRUTA DO MONGE VÃO ME AJUDAR A PERDER OU MANTER O MEU PESO?

Até o  momento, nenhuma pesquisa examinou como os adoçantes de fruta do monge afetam o peso. No entanto, há evidências substanciais de que consumir alimentos e bebidas adoçados com adoçantes de baixa caloria no lugar de seus equivalentes de açúcar pode ter um papel importante na perda de peso ou no controle de peso. Em uma pesquisa com membros do National Weight Control Registry, o maior estudo realizado com pessoas que perderam peso e tiveram sucesso na manutenção do peso conquistado, mais de 50% dos entrevistados afirmaram consumir regularmente bebidas de baixa caloria, 78% dos quais sentiram que isso os ajudou a controlar a ingestão de calorias. (Catenacci 2014).

Dados de ensaios clínicos randomizados, considerados o padrão-ouro para avaliar os efeitos causais, sustentam que a substituição de versões com calorias regulares por opções com adoçantes de baixa caloria leva a uma modesta perda de peso (Miller 2014, Rogers 2016). Por exemplo, em um estudo, mais de 300 participantes foram orientados a consumir água ou bebidas adoçadas com adoçantes de baixa caloria durante um ano como parte de um programa de perda de peso. As pessoas do grupo que foram orientadas a consumir adoçantes de baixa caloria perderam 6,21 kg em média, comparados com aquelas pessoas no grupo da água, que perderam 2,45 kg (Peters 2016).No entanto, os ensaios clínicos sobre o efeito dos adoçantes de fruta do monge no peso corporal ainda não foram publicados.

Alguns estudos observacionais demonstraram uma associação entre adoçantes de baixa caloria e aumento de peso e circunferência da cintura (Fowler 2016). Estudos observacionais, que examinam a relação entre uma exposição (como a ingestão de adoçantes de fruta do monge) e um resultado (como peso corporal ou condição de saúde), não são capazes de estabelecer causa e efeito. Isso ocorre porque esses estudos não são randomizados, por isso, não podem controlar todas as outras exposições ou fatores que possam estar causando ou influenciando os resultados. Por exemplo, uma hipótese é que as pessoas podem compensar as opções “sem calorias” comendo ou bebendo mais calorias em outras escolhas alimentares ou refeições futuras (Mattes 2009). Pense em uma pessoa que pode justificar o pedido da sobremesa em um restaurante, porque ela consumiu um refrigerante diet com sua refeição: as calorias extras da sobremesa serão maiores do que as calorias economizadas ao pedir a bebida dietética. Essas calorias adicionais podem contribuir para o ganho de peso ou evitar maior perda de peso. Também tem sido sugerido que pessoas que já estão com sobrepeso ou obesas podem começar a escolher alimentos e bebidas adoçados com adoçantes de baixa caloria como um método para perder peso (Drewnowski 2016). Isso dificulta assumir que o uso de um adoçante de baixa caloria pode ser a causa do ganho de peso, mas pode refletir como os adoçantes de baixas calorias são tipicamente usados ​​na dieta. Estudos clínicos randomizados (RCTs na sigla em inglês) podem, portanto, representar a eficácia dos adoçantes de baixas calorias, enquanto estudos observacionais podem estar refletindo sua eficácia no mundo real. Recentes revisões sistemáticas e meta-análises (uma abordagem científica que combina os achados de muitos estudos em uma robusta análise) concluíram que, em geral, os resultados dos estudos observacionais não mostraram associação entre o consumo de adoçantes de baixo teor calórico e o peso corporal e uma pequena associação positiva com índice de massa corporal (IMC) (Miller 2014, Rogers 2016).

É importante notar que perder e manter o peso geralmente exige várias abordagens simultâneas. Fazer uma única mudança, como a substituição de alimentos e bebidas adoçados com adoçantes de baixa caloria por produtos que contenham muito açúcar e calorias, é apenas uma das abordagens. Práticas de estilo de vida e comportamentos como reduzir a ingestão total de calorias, adotar uma dieta saudável, fazer exercícios regularmente, dormir o suficiente e manter redes de apoio social são fatores importantes para atingir as metas de perda e manutenção do peso.

PESQUISAS EMERGENTES: OS ADOÇANTES DE FRUTA DO MONGE PODEM FAZER EU SENTIR MAIS FOME?

Alimentos altamente palatáveis ​​ativam regiões cerebrais de recompensa e prazer. Acredita-se que esta associação positiva aumente o apetite e, se não for controlado, o aumento resultante da ingestão de alimentos pode contribuir para o sobrepeso e a obesidade (Singh 2014). A substituição de alimentos com alto teor calórico e açúcar por seus equivalentes feitos com adoçantes de baixa caloria exibiu um efeito similar nos caminhos de recompensa, mas sem contribuir com calorias adicionais. Nenhuma pesquisa foi publicada sobre os efeitos específicos dos adoçantes de fruta do monge sobre o apetite e a saciedade, embora um pequeno estudo tenha demonstrou que a ingestão diária total de calorias não se diferiu entre as pessoas que consomem adoçantes de fruta do monge e aquelas que consomem açúcar (Tey 2017a).

Algumas pessoas expressaram preocupação de que ativar vias de recompensa sem entregar açúcar ao corpo pode ter consequências inesperadas, e o papel que os adoçantes de baixa caloria têm no apetite e nos desejos por alimentos é uma área de pesquisa em desenvolvimento. Como observado em revisões recentes (Fowler 2016, Sylvetsky & Rother 2018), algumas pesquisas realizadas em modelos animais demonstraram mudanças na ingestão de alimentos e hormônios relacionados ao apetite após o consumo de adoçantes de baixa caloria. E, efeitos semelhantes ainda não foram vistos em humanos. Até o momento, não há fortes evidências de que os adoçantes de baixa caloria aumentem o apetite ou os desejos em humanos (Rogers 2017), e alguns estudos randomizados demonstraram o efeito oposto – incluindo uma diminuição na fome (Peters 2016) e redução da ingestão de sobremesas em comparação àquelas pessoas que tomaram água (Piernas 2013). Não há pesquisas sobre a relação da fruta do monge relacionando apetite ou desejos. Essas discrepâncias sublinham uma área em que animais e humanos são inerentemente diferentes como sujeitos da pesquisa. Nos humanos, a ligação entre fisiologia, psicologia, experiências pessoais e comida é inconfundivelmente complexa, e a tradução de pesquisas com animais para essa área de estudo deve ser vista com cautela.

OS ADOÇANTES DE FRUTA DO MONGE AFETAM O CONTROLE DO AÇÚCAR NO SANGUE?

Alimentos e bebidas adoçados com adoçantes de baixa caloria são frequentemente recomendados para pessoas com diabetes como uma alternativa aos alimentos e bebidas açucarados. As pesquisas têm mostrado que os adoçantes de fruta do monge não elevam os níveis de açúcar no sangue em humanos (Tey 2017a, Tey 2017b) e uma recente declaração consensual de especialistas em nutrição, medicina, atividade física e em saúde pública concluiu que o uso de adoçantes de baixa caloria no controle do diabetes pode contribuir para um melhor controle glicêmico (Serra-Majem 2018).

Muitas organizações médicas, de nutrição e de saúde pública em todo o mundo, sustentadas por um grande corpo de evidências, apoiam o consumo de adoçantes de baixa caloria por pessoas com diabetes. Esses indivíduos, ou aqueles que estão em risco de desenvolver diabetes, devem estar conscientes da ingestão de alimentos e bebidas de todas as fontes, incluindo aqueles que contêm adoçantes de baixa caloria e açúcares. É importante conversar sobre nutrição com um médico ou um nutricionista e adotar uma dieta saudável e equilibrada para manter os níveis de açúcar no sangue sob controle. Alguns estudos observacionais demonstraram uma associação entre o consumo de adoçantes de baixa caloria e o risco de diabetes tipo 2 (Sakurai 2014, Imamura 2015), mas esses estudos não são capazes de vincular diretamente causa e efeito, assim como, os estudos sobre peso corporal e obesidade, estão em risco de confusão. Como indivíduos com sobrepeso e obesos tendem a consumir mais bebidas adoçadas com adoçantes de baixo teor calórico em comparação com indivíduos magros (Bleich 2014), essa é uma omissão crítica. Também é importante notar que nenhum desses estudos observacionais incluiu a fruta do monge e, portanto, nenhuma evidência de uma associação entre o consumo de fruta do monge e diabetes tipo 2 foi descrita.

PESQUISAS EMERGENTES: E O QUE DIZER SOBRE O MICROBIOMA?

Os micróbios que vivem em nosso trato intestinal tornaram-se reconhecidos como contribuintes potencialmente significativos para nossa saúde, embora as pesquisas sobre o microbioma intestinal ainda estejam engatinhando. Apesar do envolvimento da microbiota intestinal no metabolismo dos mogrosídeos da fruta do monge, até o momento, não há evidências de que os adoçantes de fruta do monge tenham impacto significativo na composição ou na função do microbioma intestinal. No entanto, ensaios clínicos randomizados ainda não foram conduzidos em seres humanos. Existem diferenças significativas entre os perfis do microbioma de uma pessoa para outra e as pesquisas têm mostrado que o microbioma intestinal muda em resposta a mudanças normais na dieta (David 2014). Uma grande quantidade de pesquisas ainda é necessária para identificar o perfil de um microbioma e o grau de diversidade considerado “ótimo” nas populações e nos indivíduos.

QUAL É A CONCLUSÃO?

Todos os tipos de alimentos e bebidas podem fazer parte de nossas dietas, incluindo aqueles feitos com adoçantes de fruta do monge. Os adoçantes de fruta do monge são considerados GRAS nos Estados Unidos desde 2010 e sua segurança é reconhecida por muitas agências de saúde internacionais.

Como os adoçantes de fruta do monge são relativamente novos na cadeia de suprimentos de alimentos, seu impacto e associação com as condições crônicas como obesidade e diabetes não foram bem estudados. No entanto, eles têm sido usados ​​com segurança por séculos em culturas asiáticas e não demonstraram nenhum efeito colateral, mesmo depois que quantidades muito altas terem sido consumidas. Pequenos ensaios randomizados mostraram que os adoçantes de fruta do monge não afetam negativamente os níveis de açúcar ou insulina no sangue. As pesquisas continuam sobre questões emergentes, como o efeito dos adoçantes de baixa caloria no microbioma intestinal.

A adoção de um estilo de vida saudável e ativo, adaptado aos objetivos e prioridades pessoais, é vital para apoiar o bem-estar do indivíduo. A escolha de alimentos e bebidas adoçados com adoçantes de baixa caloria, como a fruta do monge, pode ser uma ferramenta para ajudar a controlar a ingestão de açúcar e manter as calorias sob controle, que são componentes importantes para manter um peso corporal saudável e reduzir o risco de doenças relacionadas à dieta.

Download PDF

Dieta e Saúde Ingredientes e Nutrientes

CONTATO DE FOODINSIGHT

info@foodinsight.org
 

FOODINSIGHT SOCIAL

  • Facebook
  • Instagram
  • Twitter
  • YouTube

© 2020 International Food Information Council. All rights reserved.

By continuing to browse the site you are agreeing to our use of cookies.